Durante a recepção oficial aos quinze torcedores senegaleses libertados no Marrocos, o presidente da República, Bassirou Diomaye Faye, assumiu um compromisso que rapidamente se tornou realidade. Com a aproximação do Tabaski, o chefe de Estado ofereceu dois milhões de francos CFA, bem como um carneiro a cada um dos 18 torcedores detidos no Marrocos após a final da Copa das Nações Africanas de 2025.
A promessa cumprida foi respeitada. Dois milhões de francos CFA, bem como um carneiro para o Tabaski, foi exatamente o que o presidente Bassirou Diomaye Faye ofereceu a cada um dos 18 torcedores senegaleses detidos no Marrocos há 125 dias, na grande maioria. Três deles já tinham retornado ao Senegal há algumas semanas, enquanto os quinze restantes regressaram a Dakar na noite de sábado para domingo. O presidente assim cumpre a promessa formulada algumas horas antes, afirmando que o Estado senegalês permaneceria ao lado dos detidos, especialmente no plano financeiro.
Esse retorno, fortemente simbólico, mobilizou várias componentes do Estado senegalês. Ao lado do presidente Bassirou Diomaye Faye, autoridades diplomáticas e desportivas desempenharam um papel importante na conclusão deste caso. O ministro das Relações Exteriores, Cheikh Niang, bem como parte da diplomacia senegalesa, nomeadamente a embaixadora do Senegal no Marrocos, Seynabou Dial, estiveram envolvidos no acompanhamento do processo.
As autoridades do futebol senegalês também se mobilizaram fortemente, com a Federação Senegalesa de Futebol, chefiada pelo seu presidente, Abdoulaye Fall, ao lado de dirigentes do futebol local.
Moussa DIOP
