Em Nova Jérsei (Estados Unidos), acompanhado pela equipe nacional do Senegal para a Copa do Mundo, o secretário-geral da Federação Senegalesa de Futebol (FSF), Abdoulaye Saydou Sow, ao comentar a partida contra a França, ressalta as relações históricas entre as duas nações que conferem uma aura épica a este confronto do grupo I.
A 48 horas da partida contra a França, em que estado de espírito estão os Leões?
É o mesmo estado de espírito que se observa na véspera de qualquer grande competição. O Senegal é esperado diante de uma das maiores nações do futebol mundial. A França não é apenas uma equipe de futebol diante do Senegal; é uma história e relações milenares que certamente vão emprestar tempero a este confronto. Será, na prática, uma questão de homens.
Do ponto de vista organizacional, todas as condições foram reunidas para permitir uma boa campanha da equipe do Senegal?
As condições são naturalmente difíceis em um ambiente nem sempre simples. Mas a natureza das grandes equipes é a capacidade de transcender as dificuldades para transformá-las em oportunidades. É preciso reconhecer os esforços empreendidos pela Federação e pelo Estado do Senegal para não faltar com o mínimo indispensável. Tivemos dois amistosos dos quais é preciso extrair todas as lições para estarmos prontos no dia 16 de junho.
O Senegal possui os argumentos necessários para alcançar o objetivo que lhe foi atribuído pela ministra de Esportes, a saber, uma vaga entre as últimas quatro equipes?
Você sabe, a abordagem da equipe do Senegal é jogar as partidas uma de cada vez, etapa por etapa. O objetivo, primeiramente, é obter um bom resultado na terça-feira. Depois veremos o que pode acontecer para o restante.
Do nosso enviado especial aos Estados Unidos, Papa Alioune NDIAYE
