No dia 3 de setembro de 2026, deflagrou um incêndio florestal na zona de Picamilho, freguesia do Juncal, Porto de Mós, aproximadamente pelas 14h54. O incêndio mobilizou rapidamente um grande esforço de resposta, com 188–189 bombeiros e pessoal de apoio, 45–46 veículos e cinco aeronaves mobilizados para conter o incêndio. Pelas 17h29, o incêndio entrou na fase de resolução e, pelas 21h15, foi oficialmente rebaixado para o estatuto de ‘Vigilância’, o que significa que já não se propaga ativamente, mas continua a ser monitorizado.
O incêndio afetou áreas florestais da região, não havendo relatos de feridos ou danos a residências ou propriedades privadas. As autoridades locais atribuem o sucesso da contenção à rápida coordenação entre os serviços de emergência nacionais e regionais, incluindo a GNR, a SAP e a Proteção Civil.
Os residentes são avisados de que, embora a ameaça imediata tenha passado, as operações de vigilância continuarão nos próximos dias. Os bombeiros permanecem no local para garantir que não ocorra nova ignição, especialmente em condições de seca contínua. As autoridades pedem aos moradores que permaneçam cautelosos com atividades ao ar livre e relatem imediatamente qualquer fumaça ou assinaturas de calor incomuns.
Este evento sublinha a importância da preparação nas regiões centro-interior de Portugal, onde os riscos de incêndio no verão permanecem elevados. As autoridades estão a rever a resposta para reforçar ainda mais a coordenação para futuros incidentes.
