A Copa do Mundo é a grande festa popular do futebol. Um momento de união entre jogadores e torcedores de 48 seleções em disputa. Mas lá, em terras americanas, nos Estados Unidos, no Canadá e no México, jornalistas, membros de delegações oficiais, torcedores e um árbitro reclamam e se queixam das dificuldades e entraves enfrentados antes e durante o que deveria ser uma grandiosa celebração do futebol.
Vários torcedores africanos, incluindo senegaleses, marfinenses e congoleses, entre outras nacionalidades, ficam privados deste encontro americano pela falta de visto, esse precioso documento de entrada. E o alto preço dos ingressos para os estádios, para alguns orçamentos, vem somar-se a uma forma de discriminação. A Associação Internacional de Imprensa Esportiva tem razão em protestar junto à Fifa e lembrar que o esporte deveria «unir e criar laços entre os jovens dos países». O futebol é sobretudo um momento de festa, e todo esse empresariado corre o risco de matá-lo…
