Em 2022, o Senegal adotou e promulgou uma nova lei de biossegurança, com o objetivo de acompanhar os avanços científicos e as novas exigências nesta área.
Contudo, o texto suscita questionamentos. Para alguns, ele reflete a influência de um lobby favorável aos organismos geneticamente modificados (OGMs), interessado em ampliar seus mercados na África. Outros alertam para os riscos potenciais para a saúde e o meio ambiente.
Nesta entrevista, Aliou Ndiaye, diretor executivo da Autoridade Nacional de Biossegurança (ANB), oferece elementos de resposta a essas preocupações e retorna às missões de sua instituição.
Ndiol Maka SECK & Ibrahima K. MBAYE
